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Entrevista de Ciro Gomes ao UOL

Falando de Históriaabril 10, 2020Ciro Gomes Nenhum comentário
O UOL entrevista ao vivo nesta quinta-feira (9), às 11h, o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT). A entrevista será feita pelo jornalista e colunista Tales Faria e será transmitida ao vivo na home do UOL, no canal do UOL no YouTube e nos perfis do UOL no Twitter e no Facebook. Serão abordados, entre outros assuntos, a condução do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante da crise causada pela pandemia do coronavírus e medidas para tentar amenizar o impacto no Brasil e diminuir os danos, principalmente, na política e na economia. Ciro, que é advogado e professor universitário, se candidatou à Presidência da República em 2018 e terminou na terceira colocação. .

Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/04/08/uol-entrevista-ao-vivo-ciro-gomes.htm?cmpid=copiaecola
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Apostando na morte

Falando de Históriaabril 10, 2020PDT Nenhum comentário
Foto: Rafael Oliveira






Por Carlos Lupi
06/04/2020 do site do PDT Nac
Ao que depender de Bolsonaro, o País reabre, o povo vai pra rua e, como consequência comprovada, vamos enfrentar uma espiral bizarra de mortes e perdas.
O Governo Bolsonaro já deixou clara sua opção pela morte. Um governo comandado pelo apóstolo da ignorância, que quer armar a população, desampara os milhões de brasileiros no momento mais difícil do país decide, agora, emparedar o único ministro que escapa desta fossa de desinformação e ignorância: Luiz Mandetta, da Saúde – que vem fazendo um trabalho sério, coerente e em consonância com os organismos internacionais.
Ao que depender de Bolsonaro, a opção é pela morte de dezenas de milhares de brasileiros. A opção é de mergulhar o Brasil no esgoto existencial que eclode diariamente através do negacionismo comandado pelo bolsonarismo. Nega-se a ciência, a lógica de convivência dos seres humanos. Nega-se até que a Terra seja redonda.
O PDT, neste momento tão delicado, repudia profundamente o constrangimento público, por parte do próprio presidente, que vem sofrendo o Ministro Mandetta, único que neste momento lança mão das ferramentas que a ciência impõe, com serenidade e com toda sua comprovada experiência médica.
Bolsonaro, com esta medida, aumenta o nível de estresse do povo brasileiro diante da pandemia, exatamente no momento em que a Nação mais precisa de união. Sua incompetência e sua total ausência de empatia ao povo brasileiro gera insegurança, caos e desordem. Enquanto o mundo se une, Bolsonaro, ignorante orgulhoso, faz questão de diariamente nos desunir e negar a realidade dos fatos.
É preciso que o povo brasileiro acorde deste pesadelo. É preciso deixar as coisas claras. Ao que depender de Bolsonaro, o país reabre, o povo vai pra rua e, como consequência comprovada – através de números de outros países que iniciaram a pandemia minimizando sua força, e hoje, contam mortos – vamos enfrentar uma espiral bizarra de mortes e perdas.

*Carlos Lupi, presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho e Emprego
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Programação

Falando de Históriaabril 10, 2020No ar Nenhum comentário


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Em dia de carreata, governo entra na Justiça para barrar isolamento

Falando de Históriaabril 10, 2020Notícias Nenhum comentário

Preocupado com a baixa adesão do isolamento social em São Paulo, o governador João Doria (PSDB-SP) afirmou, na última quinta, que o estado pode adotar multas e até voz de prisão caso a taxa de pessoas cumprindo a quarentena não atinja 60% até segunda-feira. O final de semana, disse, seria o "teste". As respostas, ou parte delas, vieram neste sábado.
Se, por um lado, mais paulistas aderiram ao isolamento social — segundo o governo do estado, a adesão subiu para 57% —, por outro, dezenas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foram às ruas em carreatas nas zonas Oeste e Sul para protestar contra as medidas do estado e criticar a China e as TVs Globo e Bandeirantes.

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A concentração foi maior no começo da noite, quando conseguiram congestionar o trânsito na avenida Paulista. Em imagens, é possível ver até ambulâncias paradas.
Principal recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o isolamento social desacelera o contágio, reduzindo a pressão sobre os serviços de saúde e, assim, dando aos países "tempo extra" para reagir. Encontra, contudo, resistência pública e ostensiva de Bolsonaro.
Ontem, ele colocou em prática o que vinha declarando ao longo da semana e, mais uma vez, causou aglomerações em Águas Lindas (GO), durante visita à construção de um hospital de campanha. Anteontem, já havia cumprimentado uma apoiadora logo após esfregar o nariz.
Sob ameaça de demissão, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, esquivou-se de comentar o fato de seu supervisor contrariar suas próprias recomendações. "Eu posso no máximo recomendar, não posso apontar o dedo. Eu não julgo ninguém", disse. Na coletiva de imprensa da pasta, horas depois, Wanderson Oliveira, secretário de vigilância em saúde, e João Gabbardo, secretário-executivo da pasta, reforçaram que o Ministério não comentaria falas ou ações do presidente.
Reiteraram, contudo, que as medidas de restrição são essenciais neste momento, em especial em Manaus, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. Preocupa, além da chegada do período de aceleração dos casos, previsto para maio, o fato de haver no Brasil risco de sobreposição de outras infecções respiratórias devido à época do ano, o que aumenta o número de pessoas com menos de 60 anos contaminadas.
Enquanto a solução, para alguns especialistas, seria a adoção do lockdown, o bloqueio generalizado da movimentação, à exemplo do que já ocorreu em outros países, o Ministério da Saúde afirma que ainda não é chegado este momento. "O momento exato de se fazer isso é bastante complexo, porque cada local e cada realidade têm de ir monitorando a ocupação de leitos que existiam antes da epidemia", afirmou Oliveira.
Segundo ele, o foco deve ser o distanciamento social, justamente as medidas que o governo federal pretendem tentar derrubar na Justiça. A AGU (Advocacia-Geral da União) afirmou que recorrerá à Justiça se governos estaduais e municipais impuserem "medidas restritivas de direitos fundamentais".
A PFDC (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão), órgão do MPF (Ministério Público Federal), por sua vez, alertou aos gestores de estados e municípios que uma eventual flexibilização de medidas de distanciamento social pode resultar em ações de improbidade administrativa.
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